terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vaticano II - 50 anos, 50 olhares


Amanhã, 10 de outubro, pelas 21.15 horas será apresentada o livro "Vaticano II. 50 Anos, 50 Olhares" por D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro. A sessão terá lugar na Biblioteca Municipal de Aveiro.

Celebrações da Catequese e outras actividades 2012-2013

  • Início da Catequese: 1 de Outubro
  • Festa do Acolhimento (1º ano): 14 Outubro
  • Festa da Palavra (4º ano): 16 Dezembro
  • Festa da Vida (8º ano): 27 Janeiro
  • Festa das Bem-aventuranças (7º ano): 10 Fevereiro
  • Festa do Pai Nosso(2º ano): 14 Abril
  • Primeira Comunhão(3º ano): 5 Maio
  • Crisma: 19 Maio
  • Festa da Profissão de Fé (6º ano): 2 de Junho – “CORPO DE DEUS”
  • Festa geral da Catequese e da Comunidade: 9 Junho
  • Peregrinação Nacional das crianças a Fátima: 10 Junho

domingo, 7 de outubro de 2012

XXVII Domingo do Tempo Comum - 7 de Outubro

Tema: «Quem não receber o Reino de Deus como um pequenino não entrará nele»

1ª Leitura: Gen 2, 18-24

2ª Leitura: Hebr 2, 9-11

Evangelho: Mc 10, 2-16



Mensagem:

Os mestres religiosos do tempo de Jesus e os fariseus em geral não punham questões acerca da liceidade do divórcio, até porque estava previsto na Lei de Moisés, mas acerca dos motivos do divórcio. Na prática, qualquer motivo servia para que um homem pudesse rejeitar a sua mulher.

Um aspecto que está subjacente é a superioridade do homem sobre a mulher que funcionava quase como propriedade do marido. Por conseguinte, se uma mulher era rejeitada pelo marido (e no povo israelita só o marido podia repudiar a mulher) não podia voltar para a casa do seu pai, porque este já não tinha autoridade sobre a filha porque tinha recebido o mohar (espécie de dote) dado pelo marido e, portanto, não a podia receber. Também não se podia unir a outro homem porque «pertencia» ao primeiro. A carta de repúdio, ordenada por Moisés (Dt 24,1) vem, assim, procurar remediar uma situação, libertando a mulher do elo que a unia ao marido, no caso de ser expulsa de casa. Esta lei surge, assim, por causa da «dureza de coração» dos homens.

Solicitado por alguns fariseus que procuram embaraçá-lo, Jesus não hesita em declarar-se até contra Moisés, considerado pelos hebreus como a fonte das suas normas de vida. Moisés admitiu que o marido pode repudiar a mulher; mas há uma autoridade muito acima de Moisés, e é essa que se deve respeitar.

Jesus não vem dar leis sobre o assunto, mas tira consequências do plano original de Deus. Este projecto parte da dignidade profunda e da igualdade de direitos e deveres do homem e da mulher. Deus criou o Homem, a humanidade, macho e fêmea. A união do homem e da mulher representa, assim, uma plenitude, uma «coisa só», em que não existe proprietário e propriedade mas um enriquecimento mútuo. Nesta perspectiva, Jesus chama a atenção para o facto de poder haver «adultério» quer por parte do homem quer por parte da mulher, no caso de qualquer deles deixar o outro.

As palavras «E se ela repudiar o seu marido e casar com outro, comete adultério» são nitidamente uma adaptação do texto evangélico à realidade do mundo greco-romano em que também a mulher podia pedir o divórcio. Não devemos esquecer que Marcos está a escrever o seu evangelho em Roma, para os cristãos dessa cidade.

A segunda parte do texto aparentemente nada tem a ver com a anterior. Uma vez mais se chama a atenção para o acolhimento a dar às crianças, àqueles que não têm direitos, aos desprotegidos, a todos os «pequenos».

Mas a lição mais profunda é o apelo a receber o Reino como uma criança. Isto significa imitar a criança na sua confiança para com os pais, intuindo o seu amor e solicitude, porque quanto eles lhe permitem ou lhe proíbem é só para seu bem. O Reino é uma iniciativa, um projecto de Deus que deve ser recebido com toda a confiança e simplicidade, renunciando, deste modo, a analisar e a discutir o plano de Deus com as nossas convicções, com a «dureza do nosso coração».



Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)   

domingo, 30 de setembro de 2012

XXVI Domingo do Tempo Comum - 30 de Setembro

Tema: «Quem não é contra nós, é por nós»

1ª Leitura: Num 11, 25-29

2ª Leitura: Tg 5, 1-6;

Evangelho: Mc 9, 38-43.45.47-48


Mensagem:
Na primeira parte do texto, os discípulos de Jesus, pela boca de João, estão preocupados com um concorrente, não de Jesus mas deles. O motivo não é por esse anónimo não seguir Jesus, mas porque não os segue a eles, aos discípulos. Porque não pertence ao grupo, é impedido de agir em favor de alguém. A atitude de Jesus é bem diferente: toda a ação a favor dos outros, venha donde vier, é importante. Mesmo o gesto mais simples, como oferecer um copo de água, não deve ser rejeitado, pois pode ser o início duma aproximação, duma relação mais profunda.

A segunda parte do texto chama a atenção para os pequeninos. Não se trata de crianças, mas de todos aqueles ainda «fracos na fé», que vão dando alguns passos para seguirem Jesus. Escandalizar significa colocar uma pedra no caminho de modo a tropeçar e cair, impedindo a caminhada. Impedir o acesso à fé é um ato grave porque impede o acesso à Vida. Quem assim procede impede o seu próprio acesso à Vida. É como se estivesse já morto.

Jesus continua a indicar que é fundamental fazer escolhas, eliminando aquilo que impede a escolha radical do Evangelho, isto é, os seus impulsos para o mal, as suas paixões, as ocasiões de pecado, os seus caprichos, representados externamente pela mão, pé e olhos. Quem não é capaz de saber «cortar» corre o risco de arruinar a sua vida e a dos outros e de ser eliminado, considerado como lixo.

A imagem da Geena era bem conhecida dos ouvintes. Tratava-se dum vale de Jerusalém que no passado tinha sido lugar de culto aos deuses Baal e Molok, com a prática de sacrifícios humanos e, por isso, considerado amaldiçoado. Ao tempo de Jesus era usado como lixeira, onde, naturalmente, o fogo ardia continuamente e os vermes abundavam. Ser lançado à Geena era, portanto, ser considerado fora do Povo de Deus, fora do Reino, fora da Vida.

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Recasados, divorciados: abandonados pela Igreja?

Sábado, dia 29 de Setembro, pelas 21h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Aveiro, vai haver um debate sobre o tema: “Recasados, divorciados: abandonados pela Igreja?”. 

Este debate é orientado pelo sr. D. António Marcelino e pelo professor Carlos Borrego. 

É organizado por um grupo de leigos.

A entrada é livre.

domingo, 23 de setembro de 2012

XXV Domingo do Tempo Comum - 23 de Setembro

Tema: «Se alguém quiser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos.»

1ª Leitura: Sab 2, 12.17-20

2ª Leitura: Tg 3, 16-4,3

Evangelho: Mc 9, 30-37

 

Mensagem:
Depois da cena da transfiguração e da cura dum epilético endemoninhado, Jesus caminha através da Galileia. Quer estar longe das multidões pois tem o propósito de continuar a ensinar os seus discípulos.

O ensino começa, uma vez mais, com um anúncio da paixão, na linha do primeiro (8,31) que foi proclamado no Domingo passado, mas com a nota fundamental de que «será entregue nas mãos dos homens», numa linguagem verbal passiva que tem como sujeito o próprio Deus: «Deus vai entregar».

Tal como Pedro não compreendeu o 1º anúncio, agora é todo o grupo que não compreende, apesar da clareza com que Jesus fala. Recusam-se a aceitar o projeto de Deus para o Messias, que deve passar pelo sofrimento e pela morte. Não fazem objeções, lembrando-se da resposta de Jesus a Pedro, mas discordam completamente no seu íntimo.

«Que discutíeis pelo caminho?». Agora em casa, provavelmente de Pedro, Jesus tem oportunidade de, serenamente, continuar a ensinar. O evangelista Marcos refere o motivo da discussão: qual deles seria o maior.

Esta discussão insere-se perfeitamente na lógica dos judeus da época, com os seus esquemas bem definidos de hierarquias, na sociedade, nos banquetes, nas sinagogas. Sendo assim, no reino do Messias eles, que tinham sido escolhidos por Jesus, iriam ter a predominância. Mas qual a ordem entre eles? Quem era o primeiro?

A lição de Jesus é esclarecedora: na nova comunidade o primeiro lugar é para aquele que serve. Quando todos estão ao serviço uns dos outros, então estarão ao mesmo nível, em primeiro lugar. E este serviço deve ser prestado aos mais pequenos, aqui representados numa criança, sujeito sem direitos nem lugar na comunidade judaica enquanto aos 12/13 anos não se tornasse membro efetivo do Povo de Deus pela cerimónia do bar mitzvah.

Para não haver dúvidas, Jesus apresenta-se, a si mesmo e ao Pai, como identificados com os mais pequenos e no serviço a eles prestado.

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação) 

domingo, 16 de setembro de 2012

XXIV Domingo do Tempo Comum - 16 de Setembro

Tema: «Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me»

1ª Leitura: Is 50,5-9a

2ª Leitura: Tiago 2,14-18

Evangelho:  Mc 8,27-35

Mensagem:
A confissão de Pedro marca a divisão do evangelho de Marcos em duas partes. De facto, nota-se que, até a certo ponto do Evangelho, Marcos insiste na compreensão do «reino», e daí para diante na adesão ao «reino».

Na primeira parte, Jesus lamenta-se que os homens têm o coração endurecido, que os discípulos não sabem compreender as parábolas mais simples, como a do semeador, nem o significado dos milagres. Jesus pede a «inteligência» do «reino»: «Quem tem ouvidos para compreender, compreenda». A sua pregação, especialmente através do véu das parábolas, tem precisamente como finalidade suscitar esta «compreensão», despertar as mentes para que se esforcem por abrir-se ao significado da mensagem.

Durante a primeira parte, jesus nunca fala de si, não diz quem é, deixando que cada um o vá descobrindo mais através dos seus gestos do que das suas palavras. Agora, porém, começa algo diferente, desencadeado pela pergunta: «Quem dizem os homens que Eu sou?».

Os discípulos referem a Jesus o que se dizia acerca dele. Jesus é identificado com personagens do passado. Mas Pedro vai apontá-lo como alguém do presente e lançado para o futuro: «Tu és o Cristo!».

A resposta é correta mas corre o risco de ser mal interpretada no sentido dum messianismo real, glorioso, triunfalista, tal como Pedro pensava.

Por isso, Jesus «começou a ensinar»… E é feito o 1º anúncio da paixão e ressurreição. É preciso esclarecer o verdadeiro sentido do seu caminho, a escolha da qual não se quer desviar. Quem o quiser fazer é um tentador, um Satanás. Após cada um dos anúncios da paixão, Marcos apresenta sempre a reação dos discípulos, contrária a tudo o que Jesus acabou de dizer.

A partir de agora, a insistência de Jesus já não está em compreender o mistério do «reino», em abrir os olhos e os ouvidos, mas em fazer algo pelo «reino», em dar-se a si mesmo, a própria vida, empenhando-se pessoalmente. Só quem perde a própria vida é que a salvará; é preciso deixar casa, parentes e campos pelo «evangelho» e pela vida eterna; mesmo os membros corporais devem ser sacrificados pelo «reino»; é igualmente nesta segunda parte do evangelho que aparece com insistência o tema de «entrar» no reino, ausente nos primeiros capítulos do evangelho.

O evangelho de Marcos apresenta-se com uma manifestação progressiva da pessoa de Jesus, a partir de agora mais clarificada, partindo da afirmação intermédia: «Tu és o Cristo» para chegar à declaração mais completa de Jesus como Filho de Deus.

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

domingo, 9 de setembro de 2012

XXIII Domingo do Tempo Comum - 9 de Setembro

Jesus cura um homem surdo
Tema: «Faz tudo bem feito»

1ª Leitura: Is 35,4-7a

2ª Leitura: Tiago 2,1-5

Evangelho:  Mc 7, 31-37

Mensagem:

Por vezes, Marcos apresenta-nos o ministério de Jesus fora do território de Israel. É o caso do presente texto. Realizar um milagre fora o clássico território de Israel significa a abertura universal do Evangelho. Todos, seja qual for a origem ou a cultura podem ser tocados pela misericórdia de Deus e atingidos pela sua Palavra. Por isso, a cura descrita nesta página do evangelho de Marcos tem um profundo significado simbólico.

Algumas pessoas apresentam a Jesus um homem, naturalmente de origem pagã. Tem a particularidade de ser surdo e, portanto, de não conseguir falar. Para a mentalidade dos contemporâneos de Jesus, a surdez era um grande castigo de Deus, vista como maldição, na medida em que impedia a pessoa de ouvir a palavra de Deus. Estava, pois, impedido de chegar à salvação.

Depois de se afastar da multidão para poder haver um contacto direto, íntimo entre ele e o doente, Jesus, com gestos típicos da época, toca no surdo-mudo, não sem antes erguer os olhos ao céu, em atitude de oração, e diz-lhe, em aramaico: «Effathá», que quer dizer «abre-te». E o homem começou a ouvir e, o mais admirável, a falar corretamente. Agora está em condições de ouvir e de poder falar, isto é, de escutar a Palavra e de poder comunicar com Deus.

O texto termina com a recomendação de Jesus, na linha do segredo messiânico, a que ninguém divulgasse o acontecimento. Mas o resultado, como habitualmente, é o contrário: o facto é apregoado pela multidão extasiada que vê em Jesus a realização da profecia de Isaías (35,5-6).

Por trás deste texto, Marcos apresenta a catequese batismal que a igreja primitiva conservou e chegou aos nossos dias.



Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Festa em Louvor de N. Srª das Febres - 2012

 
Amanhã, 8 de setembro, iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de N. Srª das Febres, em Samuel.

As celebrações serão nos seguintes horários: 
  • Sábado, 8 de setembro, às 20h30: Terço;
  • Domingo, 9 de setembro: Eucaristia às 16h, seguida de Procissão.


domingo, 2 de setembro de 2012

Leitores da Igreja - Setembro 2012

XXII Domingo do Tempo Comum - 2 de Setembro

Tema: «É do interior do coração dos homens»

1ª Leitura: Dt 4,1-2.6-8

2ª Leitura: Tg 1,17-18.21-22.27

Evangelho:  Mc 7,1-8.14-15.21-23

Mensagem:

O confronto de Jesus com os fariseus e doutores da Lei vindos de Jerusalém não apresenta propriamente um extremar de posições mas uma chamada de atenção para o essencial. É muito natural que Jesus e os seus discípulos cumprissem habitualmente a pureza legal e ritual tão usual e comum a todos os judeus e que, para os fariseus, constituía um preceito a cumprir rigorosamente sob pena de se estar a cometer um pecado.
Jesus não nega esta prática exterior mas aponta para o interior. Mais importante que a pureza do exterior é a pureza do coração.

 

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

sábado, 25 de agosto de 2012

XXI Domingo do Tempo Comum - 26 de Agosto

Tema: «Tu tens palavras de vida eterna! E nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus»

1ª Leitura: Jos 24,1-2a.15-17.18b;

2ª Leitura: Ef 5,21-32;

Evangelho:  Jo 6, 60-69

Mensagem:

Aparentemente, o discurso de Jesus sobre o Pão da Vida acaba mal. Já não são as multidões, que andavam à procura de alimento e de curas, a murmurarem, mas os discípulos, isto é, aqueles que, além dos Doze, seguiam habitualmente Jesus.

Jesus tinha pedido que eles unissem as suas vidas à sua própria vida, numa adesão plena não apenas às suas Palavras mas à sua Pessoa. Ele apresentou a proposta radical do Evangelho que pode ser aceite ou não.

O Evangelho é anunciado não só àqueles que podem constatar fisicamente a pessoa de Jesus mas, de modo particular, àqueles que o seguem mesmo depois da sua partida para o Pai, não podendo ter um contacto sensível com Jesus. É pedida uma fé ainda maior.

A liberdade de Jesus é total. Não procura entusiastas que o admirem, o louvem, enquanto podem ser servidos nos seus interesses imediatos, mas apresenta propostas de Vida que comporta exigências. E Jesus respeita a liberdade de cada um, conhecendo perfeitamente o íntimo de cada um. Perante a recusa em aceitar a sua proposta e mesmo com a atitude da maior parte dos discípulos em deixarem de o seguir, Jesus não muda o seu discurso nem tenta explicar melhor. Pelo contrário, radicaliza a sua proposta, sem medo de ficar sozinho: «Também vós quereis ir embora?».

O final do texto apresenta uma confissão de fé: «A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna! E nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus». Longe de entenderem completamente todas as coisas ditas por Jesus, alguns aderem à sua pessoa, continuando a confiar. É a fé que Jesus espera dos que o seguem.

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Festa em Louvor de N. Srª da Aflição - 2012

Amanhã, 25 de agosto, iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de N. Srª da Aflição, em Casaldima.

As celebrações serão nos seguintes horários: 

  • Sábado, 25 de agosto, às 21 horas: Eucaristia;
  • Domingo, 26 de agosto: Eucaristia às 11h e Procissão às 18h30;
  • Segunda-feira, 27 de agosto, às 20h30: Eucaristia.

domingo, 12 de agosto de 2012

XIX Domingo do Tempo Comum - 12 de Agosto

Tema: «Eu sou o Pão Vivo vindo do Céu»

1ª Leitura: 1 Reis 19, 4-8;

2ª Leitura: Ef 4, 30-5,2

Evangelho: Jo 6, 41-51

Mensagem:
Quando Jesus se apresenta como o Pão descido do céu, isto é, como o Messias, naturalmente a multidão reage e alguns até conheciam a sua origem e a sua família. Jesus, em vez de procurar dar explicações difíceis ou até impossíveis de entender ainda hoje prefere colocar as coisas na sua verdadeira dimensão.

Conciliar a origem humana de Jesus com a sua origem divina só se consegue com o dom da fé que é sempre um dom de Deus. Ninguém consegue captar esta dupla dimensão se não for atraído pelo Pai, o único que pode ensinar. Quem crê em Jesus tem a vida para sempre.

A parte final do texto dá um passo em frente. Já não se trata duma comparação com o maná do deserto mas da declaração da necessidade de comer a sua carne para ter a Vida. Devemos recordar que a primeira grande afirmação inicial do evangelho de S. João: «O Verbo fez-se Carne». Comer a carne de Jesus significa assimilar a plenitude da vida de Jesus que garante e antecipa a posse da vida eterna.





Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)  

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Festa em Louvor de N. Srª do Bom Sucesso - 2012

Hoje iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de N. Srª do Bom Sucesso, em Laginhas.

As celebrações serão nos seguintes horários: 

  • Quinta-feira, 9 de agosto, às 21 horas: Terço; 
  • Sexta-feira, 10 de agosto, às 21 horas: Terço;
  • Sábado, 11 de agosto, às 21 horas: Terço;
  • Domingo, 12 de agosto, às 16 horas: Eucaristia, seguida de Procissão;
  • Segunda-feira, 13 de agosto, às 19 horas: Eucaristia.
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domingo, 5 de agosto de 2012

XVIII Domingo do Tempo Comum - 5 de Agosto

Tema: «Eu sou o Pão da Vida»

1ª Leitura: Ex 16, 2-4, 12-15

2ª Leitura: Ef 4, 17.20-24

Evangelho: Jo 6, 24-35

 

Mensagem:

O entusiasmo da multidão depois da multiplicação dos pães e dos peixes é enorme. Jesus, sabendo que viriam ter com ele para o fazerem rei, retirou-se para o monte. Durante a noite atravessou o lago, a pé, indo ter com os discípulos. Mas a multidão não desanima e vai à procura dele, encontrando-o em Cafarnaum, na sinagoga. Jesus, na sua conversa com a multidão que o procura, faz o seu discurso do Pão da Vida, que começamos a ler neste domingo.

A primeira chamada de atenção é para o que representou a multiplicação: um sinal que não vale por si mesmo mas por aquilo que representa: uma lição sobre o amor, o serviço aos outros e a partilha. Mas não é isto que a multidão entusiasma procura. O seu interesse está ligado ao alimento fácil que tinha recebido na véspera. Por isso Jesus começa a apontar para algo superior.

A primeira exigência feita por Jesus àqueles que procuram um alimento que perdura até à vida eterna é uma adesão incondicional à pessoa dele e ao seu projeto. Porém a multidão exige uma prova concreta para esta adesão incondicional, o que naturalmente provoca a comparação com a figura de Moisés e com o maná do deserto. Jesus tinha alimentado cinco mil pessoas e Moisés alimentou todo um povo durante quarenta anos!

De facto – corrige Jesus – não foi Moisés quem alimentou mas sim o Pai. E é o mesmo Pai quem dará o verdadeiro Pão do Céu. E Jesus não é alguém que vem trazer pão: Ele é o Pão da Vida.

Os mestres judeus acreditavam e ensinavam que havia no céu um resto de maná que desceria do céu quando viesse o Messias. Numa palavra, o Messias é o Pão do Céu que dá a vida. Por isso a primeira grande afirmação de Jesus: Eu sou o Pão da Vida…

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)   

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Festa em Honra de S. Vicente - 2012

Hoje, 2 de agosto, iniciam-se as Festividades em Honra de S. Vicente, padroeiro da nossa Paróquia.

As celebrações serão nos seguintes horários:  
  • Quinta-feira, 2 de agosto, às 18 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia;

  •  Sexta-feira, 3 de agosto, às 19 horas: Eucaristia;
  •  Sábado, 4 de agosto, às 19 horas: Eucaristia; 
  • Domingo, 5 de agosto: Eucaristia às 11 horas; Procissão com as imagens de Nossa Senhora e dos Santos titulares das capelas dos vários lugares da Paróquia, às 17 horas.