segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Leitores da Igreja - Agosto 2012
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domingo, 12 de agosto de 2012
XIX Domingo do Tempo Comum - 12 de Agosto
Tema: «Eu sou o Pão Vivo vindo do Céu»
1ª Leitura: 1 Reis 19, 4-8;
2ª Leitura: Ef 4, 30-5,2
Evangelho: Jo 6, 41-51
Mensagem:
1ª Leitura: 1 Reis 19, 4-8;
2ª Leitura: Ef 4, 30-5,2
Evangelho: Jo 6, 41-51
Mensagem:
Quando Jesus se apresenta como o Pão descido do céu, isto é, como o
Messias, naturalmente a multidão reage e alguns até conheciam a sua
origem e a sua família. Jesus, em vez de procurar dar explicações
difíceis ou até impossíveis de entender ainda hoje prefere colocar as
coisas na sua verdadeira dimensão.
Conciliar a origem humana de Jesus com a sua origem divina só se consegue com o dom da fé que é sempre um dom de Deus. Ninguém consegue captar esta dupla dimensão se não for atraído pelo Pai, o único que pode ensinar. Quem crê em Jesus tem a vida para sempre.
A parte final do texto dá um passo em frente. Já não se trata duma comparação com o maná do deserto mas da declaração da necessidade de comer a sua carne para ter a Vida. Devemos recordar que a primeira grande afirmação inicial do evangelho de S. João: «O Verbo fez-se Carne». Comer a carne de Jesus significa assimilar a plenitude da vida de Jesus que garante e antecipa a posse da vida eterna.
Conciliar a origem humana de Jesus com a sua origem divina só se consegue com o dom da fé que é sempre um dom de Deus. Ninguém consegue captar esta dupla dimensão se não for atraído pelo Pai, o único que pode ensinar. Quem crê em Jesus tem a vida para sempre.
A parte final do texto dá um passo em frente. Já não se trata duma comparação com o maná do deserto mas da declaração da necessidade de comer a sua carne para ter a Vida. Devemos recordar que a primeira grande afirmação inicial do evangelho de S. João: «O Verbo fez-se Carne». Comer a carne de Jesus significa assimilar a plenitude da vida de Jesus que garante e antecipa a posse da vida eterna.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Festa em Louvor de N. Srª do Bom Sucesso - 2012
Hoje iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de N. Srª do Bom Sucesso, em Laginhas.
As celebrações serão nos seguintes horários:
As celebrações serão nos seguintes horários: - Quinta-feira, 9 de agosto, às 21 horas: Terço;
- Sexta-feira, 10 de agosto, às 21 horas: Terço;
- Sábado, 11 de agosto, às 21 horas: Terço;
- Domingo, 12 de agosto, às 16 horas: Eucaristia, seguida de Procissão;
- Segunda-feira, 13 de agosto, às 19 horas: Eucaristia.
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domingo, 5 de agosto de 2012
XVIII Domingo do Tempo Comum - 5 de Agosto
Tema: «Eu sou o Pão da Vida»
1ª Leitura: Ex 16, 2-4, 12-15
2ª Leitura: Ef 4, 17.20-24
Mensagem:
1ª Leitura: Ex 16, 2-4, 12-15
2ª Leitura: Ef 4, 17.20-24
Evangelho: Jo 6, 24-35
Mensagem:
O entusiasmo da multidão depois da multiplicação dos pães e dos peixes é
enorme. Jesus, sabendo que viriam ter com ele para o fazerem rei,
retirou-se para o monte. Durante a noite atravessou o lago, a pé, indo
ter com os discípulos. Mas a multidão não desanima e vai à procura dele,
encontrando-o em Cafarnaum, na sinagoga. Jesus, na sua conversa com a
multidão que o procura, faz o seu discurso do Pão da Vida, que começamos
a ler neste domingo.
A primeira chamada de atenção é para o que representou a multiplicação: um sinal que não vale por si mesmo mas por aquilo que representa: uma lição sobre o amor, o serviço aos outros e a partilha. Mas não é isto que a multidão entusiasma procura. O seu interesse está ligado ao alimento fácil que tinha recebido na véspera. Por isso Jesus começa a apontar para algo superior.
A primeira exigência feita por Jesus àqueles que procuram um alimento que perdura até à vida eterna é uma adesão incondicional à pessoa dele e ao seu projeto. Porém a multidão exige uma prova concreta para esta adesão incondicional, o que naturalmente provoca a comparação com a figura de Moisés e com o maná do deserto. Jesus tinha alimentado cinco mil pessoas e Moisés alimentou todo um povo durante quarenta anos!
De facto
– corrige Jesus – não foi Moisés quem alimentou mas sim o Pai. E é o
mesmo Pai quem dará o verdadeiro Pão do Céu. E Jesus não é alguém que
vem trazer pão: Ele é o Pão da Vida.
Os mestres judeus acreditavam e ensinavam que havia no céu um resto de maná que desceria do céu quando viesse o Messias. Numa palavra, o Messias é o Pão do Céu que dá a vida. Por isso a primeira grande afirmação de Jesus: Eu sou o Pão da Vida…
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
A primeira chamada de atenção é para o que representou a multiplicação: um sinal que não vale por si mesmo mas por aquilo que representa: uma lição sobre o amor, o serviço aos outros e a partilha. Mas não é isto que a multidão entusiasma procura. O seu interesse está ligado ao alimento fácil que tinha recebido na véspera. Por isso Jesus começa a apontar para algo superior.
A primeira exigência feita por Jesus àqueles que procuram um alimento que perdura até à vida eterna é uma adesão incondicional à pessoa dele e ao seu projeto. Porém a multidão exige uma prova concreta para esta adesão incondicional, o que naturalmente provoca a comparação com a figura de Moisés e com o maná do deserto. Jesus tinha alimentado cinco mil pessoas e Moisés alimentou todo um povo durante quarenta anos!
Os mestres judeus acreditavam e ensinavam que havia no céu um resto de maná que desceria do céu quando viesse o Messias. Numa palavra, o Messias é o Pão do Céu que dá a vida. Por isso a primeira grande afirmação de Jesus: Eu sou o Pão da Vida…
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Festa em Honra de S. Vicente - 2012
As celebrações serão nos seguintes horários:
- Quinta-feira, 2 de agosto, às 18 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia;
- Sexta-feira, 3 de agosto, às 19 horas: Eucaristia;
- Sábado, 4 de agosto, às 19 horas: Eucaristia;
- Domingo, 5 de agosto: Eucaristia às 11 horas; Procissão com as imagens de Nossa Senhora e dos Santos titulares das capelas dos vários lugares da Paróquia, às 17 horas.
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terça-feira, 31 de julho de 2012
XVII Domingo do Tempo Comum - 29 de Julho
Tema: A multiplicação dos pães
1ª Leitura: 2 Re 4, 42-44
2ª Leitura: Ef 4, 1-6
1ª Leitura: 2 Re 4, 42-44
2ª Leitura: Ef 4, 1-6
Evangelho: Jo 6, 1-15
Mensagem:
No domingo passado acompanhámos a chegada dos discípulos enviados em
missão e o convite que Jesus lhes fez para irem descansar um pouco.
Porém as multidões surgem de novo e Jesus compadece-se daquela gente por
eram como ovelhas sem pastor e pôs-se a ensiná-los. Segue-se, em
Marcos, a 1ª multiplicação dos pães. Porém não vamos acompanhar este
evangelho mas sim o de S. João com o discurso do pão da vida que se
segue. Isto deve-se ao facto de o evangelho se Marcos ser mais pequeno
que qualquer um dos outros e não ter matéria suficiente para todos os
domingos.
O episódio conhecido como a multiplicação dos pães é o único «milagre» comum aos quatro evangelistas mas que S. João prefere chamar «sinal». Aliás, a tudo aquilo a que habitualmente chamamos «milagre» João chama-lhe «sinal», precisamente porque representa sempre algo que não se vê exteriormente.
Desde o princípio do evangelho que João vai fazendo uma apresentação de Jesus em confronto com a figura de Moisés. Ao chamar a atenção para a proximidade da Páscoa dos Judeus, fornece uma chave de leitura. Jesus, tal como Moisés, atravessou o mar, acompanhado por uma grande multidão a quem vai alimentar, não apenas com um simples pão/maná mas com o verdadeiro Pão descido do céu.
O facto de não referir na última Ceia a instituição da Eucaristia deve concentrar-nos nesta cena e no discurso que se irá seguir como a grande lição que o evangelista quer dar sobre o Pão / Carne que Jesus distribui.
Jesus toma a iniciativa de querer alimentar a multidão. Os discípulos começam por fazer os cálculos para rapidamente concluir que é impossível alimentar a multidão. A única coisa de que dispõem pertence a um rapazito: cinco pães de cevada e dois peixes, alimento pobre usado pelos pobres. E é precisamente isto que vai chegar para todos!
A mensagem fundamental que nos é apresentada aponta não para a multiplicação de pães mas para o sentido da partilha que os seguidores de Jesus, tornando-se pequenos, devem realizar para com os irmãos.
O gesto de Jesus é simples: tomou os pães, deu graças e distribuiu-o aos presentes. Mas o leitor ou ouvinte já crente facilmente lança o olhar para o gesto eucarístico de que este é um «sinal».
A multidão presente começa a descobrir alguma coisa: Jesus é o Profeta que estaria para vir de que fala o livro do Deuteronómio (18,5: um profeta como Moisés). A Sagrada Escritura conservava a referência ao que «milagre» realizado pelo profeta Eliseu, alimentando 100 pessoas com 20 pães de cevada. O que Jesus fez ultrapassa tudo. Mas Jesus é mais do que o Profeta anunciado e mais do que um Rei que se limite a dar a comer um alimento exterior. Por isso foge da multidão. Não aceita ser instrumentalizado.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
O episódio conhecido como a multiplicação dos pães é o único «milagre» comum aos quatro evangelistas mas que S. João prefere chamar «sinal». Aliás, a tudo aquilo a que habitualmente chamamos «milagre» João chama-lhe «sinal», precisamente porque representa sempre algo que não se vê exteriormente.
Desde o princípio do evangelho que João vai fazendo uma apresentação de Jesus em confronto com a figura de Moisés. Ao chamar a atenção para a proximidade da Páscoa dos Judeus, fornece uma chave de leitura. Jesus, tal como Moisés, atravessou o mar, acompanhado por uma grande multidão a quem vai alimentar, não apenas com um simples pão/maná mas com o verdadeiro Pão descido do céu.
O facto de não referir na última Ceia a instituição da Eucaristia deve concentrar-nos nesta cena e no discurso que se irá seguir como a grande lição que o evangelista quer dar sobre o Pão / Carne que Jesus distribui.
Jesus toma a iniciativa de querer alimentar a multidão. Os discípulos começam por fazer os cálculos para rapidamente concluir que é impossível alimentar a multidão. A única coisa de que dispõem pertence a um rapazito: cinco pães de cevada e dois peixes, alimento pobre usado pelos pobres. E é precisamente isto que vai chegar para todos!
A mensagem fundamental que nos é apresentada aponta não para a multiplicação de pães mas para o sentido da partilha que os seguidores de Jesus, tornando-se pequenos, devem realizar para com os irmãos.
O gesto de Jesus é simples: tomou os pães, deu graças e distribuiu-o aos presentes. Mas o leitor ou ouvinte já crente facilmente lança o olhar para o gesto eucarístico de que este é um «sinal».
A multidão presente começa a descobrir alguma coisa: Jesus é o Profeta que estaria para vir de que fala o livro do Deuteronómio (18,5: um profeta como Moisés). A Sagrada Escritura conservava a referência ao que «milagre» realizado pelo profeta Eliseu, alimentando 100 pessoas com 20 pães de cevada. O que Jesus fez ultrapassa tudo. Mas Jesus é mais do que o Profeta anunciado e mais do que um Rei que se limite a dar a comer um alimento exterior. Por isso foge da multidão. Não aceita ser instrumentalizado.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Festa em Honra de Santa Ana - 2012
Hoje, dia em que Igreja comemora Santa Ana e S. Joaquim, os avós de Jesus e pais da Imaculada Virgem Maria, iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de Santa Ana, em Soutelo.
As celebrações serão nos seguintes horários:
As celebrações serão nos seguintes horários:
- Quinta-feira, 26 de julho, às 20 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia; Haverá um tempo para confissões;
- Sexta-feira, 27 de julho, às 21 horas: Eucaristia;
- Sábado, 28 de julho, às 21 horas: Missa Vespertina;
- Domingo, 29 de julho: Eucaristia às 9h45 e Procissão às 16h30.
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domingo, 22 de julho de 2012
XVI Domingo do Tempo Comum - 22 de Julho
Tema: «Teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor»
1ª Leitura: Jer 23, 1-6
2ª Leitura: Ef 2, 13-18
Evangelho: Mc 6, 30-34
Comentário:
1ª Leitura: Jer 23, 1-6
2ª Leitura: Ef 2, 13-18
Evangelho: Mc 6, 30-34
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| "Jesus diz aos Discípulos para descansarem" (James Tissot, 1886-96) |
Pela primeira e única vez em todo o evangelho de Marcos, os Doze que tinham sido enviados por Jesus dois a dois e agora regressam são chamados Apóstolos (= enviados). E prestam contas a Jesus de quanto fizeram e ensinaram. Agora são convidados a ir para um lugar deserto e descansar. Ao longo do evangelho de Marcos, várias vezes Jesus se retira com os discípulos, ou apenas com alguns deles, para lhes falar em particular.
A intenção de Jesus é boa: é necessário descansar um pouco para retemperar as forças. O grupo dos Doze é apontado como exemplo para todos os que estão ao serviço do Evangelho: nem tinham tempo de comer… Esta tinha sido já uma das razões (3,20) que levaram a família de Jesus à sua procura para o levar para casa.
Mas é o próprio Jesus quem quebra o descanso ao ver as multidões. Marcos apresenta a atitude de Jesus como algo que nasce do interior: sentiu um sentimento de compaixão profundo (usa o verbo grego splagknízomai = sentir mover as vísceras) que o Antigo Testamento apresenta ao falar de Deus. É o mesmo sentimento (e o mesmo verbo) que Jesus tem perante o leproso que lhe suplica a cura (1,40-41). Aqueles que deviam ser pastores, conforme já denunciava séculos antes o profeta Ezequiel, (escribas, fariseus, rabis, chefes do povo, sacerdotes do templo) descuidavam o rebanho que, por isso, andava desorientado, com fome.
O lugar deserto onde se encontravam é o espaço para dar o alimento de que aquela gente precisa: o alimento da Palavra (começou a ensinar-lhes muitas coisas) e o alimento do pão que se vai seguir.
A intenção de Jesus é boa: é necessário descansar um pouco para retemperar as forças. O grupo dos Doze é apontado como exemplo para todos os que estão ao serviço do Evangelho: nem tinham tempo de comer… Esta tinha sido já uma das razões (3,20) que levaram a família de Jesus à sua procura para o levar para casa.
Mas é o próprio Jesus quem quebra o descanso ao ver as multidões. Marcos apresenta a atitude de Jesus como algo que nasce do interior: sentiu um sentimento de compaixão profundo (usa o verbo grego splagknízomai = sentir mover as vísceras) que o Antigo Testamento apresenta ao falar de Deus. É o mesmo sentimento (e o mesmo verbo) que Jesus tem perante o leproso que lhe suplica a cura (1,40-41). Aqueles que deviam ser pastores, conforme já denunciava séculos antes o profeta Ezequiel, (escribas, fariseus, rabis, chefes do povo, sacerdotes do templo) descuidavam o rebanho que, por isso, andava desorientado, com fome.
O lugar deserto onde se encontravam é o espaço para dar o alimento de que aquela gente precisa: o alimento da Palavra (começou a ensinar-lhes muitas coisas) e o alimento do pão que se vai seguir.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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domingo, 15 de julho de 2012
XV Domingo do Tempo Comum - 15 de Julho
Tema: «Arrependei-vos e crede na Boa Nova»
1ª Leitura: Amós 7, 12-15
2ª Leitura: Ef 1, 3-14
Evangelho: Mc 6, 7-13
1ª Leitura: Amós 7, 12-15
2ª Leitura: Ef 1, 3-14
Evangelho: Mc 6, 7-13
Mensagem:
O texto deste domingo apresenta-nos o envio em missão dos Doze, com o respetivo discurso. Jesus envia os Doze, isto é, a todos. No anúncio do Evangelho ninguém pode ser ficar de fora ou excluir-se a si mesmo. A mensagem proclamada por Jesus deve ser assumida e continuada em comunidade (dois a dois) com o poder sobre as forças (espíritos imundos) que afastam de Deus e da vida autêntica.
A grande riqueza que os enviados têm consiste na força da Palavra e, por isso, esta missão deve ser desempenhada com simplicidade e despojamento. O único objeto permitido é o bastão, a arma do pobre, mas também aquilo que ajuda a caminhar as longas distâncias a percorrer. Também a Moisés foi entregue o cajado para a missão de libertação do povo oprimido no Egito.
O anúncio evangélico consiste em ir ao encontro das pessoas onde se encontram, nas suas localidades e nas suas casas. E qualquer casa serve para estar durante a missão, não devendo andar à procura de outra melhor.
Aos enviados em missão compete fazer o anúncio que pode ser bem acolhido ou não, tal como aconteceu como Jesus. Se não forem acolhidos na sua missão, isto é, no caso de rejeição do Evangelho, os discípulos nada devem a ter em comum com aqueles que os rejeitaram. Sacudir os pó dos pés era um gesto antigo que os israelitas em geral faziam quando deixavam território pagão para entrar na sua terra, considerada terra santa.
O importante é sempre o convite feito a todos a uma mudança de vida, na linha da pregação de Jesus: «Arrependei-vos e crede na Boa Nova». O sinal da força deste anúncio está na vitória sobre todas as forças do mal, físico ou moral.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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| Jesus envia os Apóstolos em missão |
O anúncio evangélico consiste em ir ao encontro das pessoas onde se encontram, nas suas localidades e nas suas casas. E qualquer casa serve para estar durante a missão, não devendo andar à procura de outra melhor.
Aos enviados em missão compete fazer o anúncio que pode ser bem acolhido ou não, tal como aconteceu como Jesus. Se não forem acolhidos na sua missão, isto é, no caso de rejeição do Evangelho, os discípulos nada devem a ter em comum com aqueles que os rejeitaram. Sacudir os pó dos pés era um gesto antigo que os israelitas em geral faziam quando deixavam território pagão para entrar na sua terra, considerada terra santa.
O importante é sempre o convite feito a todos a uma mudança de vida, na linha da pregação de Jesus: «Arrependei-vos e crede na Boa Nova». O sinal da força deste anúncio está na vitória sobre todas as forças do mal, físico ou moral.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
Festa em Honra de S. Julião - 2012
Hoje iniciam-se as Festividades em Honra de S. Julião, no Chaque.
- Quinta-feira, 12 de julho, às 19 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia;
- Sexta-feira, 13 de julho, às 20 horas: Eucaristia;
- Domingo, 15 de julho, às 16 horas: Eucaristia, seguida de Procissão.
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domingo, 8 de julho de 2012
XIV Domingo do Tempo Comum - 8 de Julho
Tema: «Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se manifesta todo o meu poder»
1ª Leitura: Ez 2,2-5
2ª Leitura: 2Cor 12,7-10
Evangelho: Mc 6, 1-6
Mensagem:
A primeira leitura apresenta-nos um extrato do relato da vocação de Ezequiel. A vocação profética é aí apresentada como uma iniciativa de Jahwéh, que chama um “filho de homem” (isto é, um homem “normal”, com os seus limites e fragilidades) para ser, no meio do seu Povo, a voz de Deus.
Na segunda leitura, Paulo assegura aos cristãos de Corinto (recorrendo ao seu exemplo pessoal) que Deus atua e manifesta o seu poder no mundo através de instrumentos débeis, finitos e limitados. Na ação do apóstolo – ser humano, vivendo na condição de finitude, de vulnerabilidade, de debilidade – manifesta-se ao mundo e aos homens a força e a vida de Deus.
O Evangelho, ao mostrar como Jesus foi recebido pelos seus conterrâneos em Nazaré, reafirma uma ideia que aparece também nas outras duas leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na fragilidade. Quando os homens se recusam a entender esta realidade, facilmente perdem a oportunidade de descobrir o Deus que vem ao seu encontro e de acolher os desafios que Deus lhes apresenta.
1ª Leitura: Ez 2,2-5
2ª Leitura: 2Cor 12,7-10
Evangelho: Mc 6, 1-6
Mensagem:
A liturgia deste domingo revela que Deus chama, continuamente, pessoas para serem testemunhas no mundo do seu projeto de salvação. Não interessa se essas pessoas são frágeis e limitadas; a força de Deus revela-se através da fraqueza e da fragilidade desses instrumentos humanos que Deus escolhe e envia.
A primeira leitura apresenta-nos um extrato do relato da vocação de Ezequiel. A vocação profética é aí apresentada como uma iniciativa de Jahwéh, que chama um “filho de homem” (isto é, um homem “normal”, com os seus limites e fragilidades) para ser, no meio do seu Povo, a voz de Deus.
Na segunda leitura, Paulo assegura aos cristãos de Corinto (recorrendo ao seu exemplo pessoal) que Deus atua e manifesta o seu poder no mundo através de instrumentos débeis, finitos e limitados. Na ação do apóstolo – ser humano, vivendo na condição de finitude, de vulnerabilidade, de debilidade – manifesta-se ao mundo e aos homens a força e a vida de Deus.
O Evangelho, ao mostrar como Jesus foi recebido pelos seus conterrâneos em Nazaré, reafirma uma ideia que aparece também nas outras duas leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na fragilidade. Quando os homens se recusam a entender esta realidade, facilmente perdem a oportunidade de descobrir o Deus que vem ao seu encontro e de acolher os desafios que Deus lhes apresenta.
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Festa em Louvor de N. Srª da Boa Hora - 2012
Hoje iniciam-se as Festividades em Honra e Louvor de N. Srª da Boa Hora, em Nobrijo.
As celebrações serão nos seguintes horários:
As celebrações serão nos seguintes horários:
- Quinta-feira, 5 de julho, às 19 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia;
- Sexta-feira, 6 de julho, às 20 horas: Eucaristia;
- Sábado, 7 de julho, às 20 horas: Eucaristia Vespertina;
- Domingo, 8 de julho, às 16 horas: Eucaristia, seguida de Procissão.
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domingo, 1 de julho de 2012
XIII Domingo do Tempo Comum - 1 de Julho
Tema: «Não tenhas receio. Crê somente.»
1ª Leitura: Sab 1, 13-15: 2, 23-24
2ª Leitura: 2 Cor 8, 7.9.13-15
Evangelho: Mc 5, 21-43
Mensagem:
A mulher que tinha um fluxo de sangue encontrava-se numa situação de morte perante a Lei e a sociedade. A doença tornava-a estéril, considerada castigo e maldição por parte de Deus, impura perante a Lei e, por isso, impedida de se aproximar dos outros. Toda a gente a considerava como morta. Daí o medo com que toca em Jesus e, mais ainda, quando foi descoberta no seu gesto. Ela tinha feito tudo o que lhe era possível («gastara todos os seus bens») para readquirir a vida. Mas não perdeu a esperança e a fé.
Muita gente tocou em Jesus («Vês que a multidão te comprime de todos os lados, e ainda perguntas: ‘Quem me tocou?’») mas só aquela mulher tocou em Jesus com fé: «Filha, a tua fé salvou-te».
É a mesma atitude de fé que Jesus pede a Jairo perante a realidade da morte efetiva da filha («Não tenhas receio; crê somente») e perante a troça e o conselho de toda a gente ali presente («A tua filha morreu; de que serve agora incomodares o Mestre?»).
Acompanhado pelos primeiros discípulos que chamou (que vão aparecer em momentos fundamentais) e pelos pais, Jesus aproxima-se da menina. S. Marcos recorda com simplicidade este acontecimento, tal como lhe deve ter narrado Pedro que a ele assistiu. Jesus pegou-lhe na mão e disse: «Talitha qûm!» (Menina, levanta-te). E ela ergueu-se do sono da morte.
O evangelista, depois de apresentar o poder de Jesus sobre os elementos da natureza (tempestade acalmada) e sobre o mal (cura do endemoninhado), mostra-nos Jesus que se deixa tocar e se sente tocado pela fé da mulher e de Jairo, restituindo a vida plena. Embora agindo com a força de Deus, Jesus age com toda a humanidade: não sabe quem lhe tocou e é a mulher a denunciar-se. Depois de fazer o que só ele podia, preocupa-se com a comida da menina, algo que os pais podem e devem fazer. E, uma vez mais, recomenda que ninguém saiba do sucedido.
1ª Leitura: Sab 1, 13-15: 2, 23-24
2ª Leitura: 2 Cor 8, 7.9.13-15
Evangelho: Mc 5, 21-43
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| "Cristo e a mulher com fluxo de sangue" (1565-1570) de Paolo Veronese Pintura exposta no Museu da História de Arte, Viena (Áustria) |
Mensagem:
Este texto do evangelho de S. Marcos apresenta-nos dois episódios que se
entrelaçam, aparentemente distintos um do outro, mas que de alguma
forma se completam um ao outro: o pedido de socorro de Jairo pela filha
de doze anos que está a morrer, a mulher que sofre há doze anos e é
curada ao tocar em Jesus e, finalmente, a constatação da morte da menina
e a sua ressurreição ao toque e à palavra de Jesus.
A mulher que tinha um fluxo de sangue encontrava-se numa situação de morte perante a Lei e a sociedade. A doença tornava-a estéril, considerada castigo e maldição por parte de Deus, impura perante a Lei e, por isso, impedida de se aproximar dos outros. Toda a gente a considerava como morta. Daí o medo com que toca em Jesus e, mais ainda, quando foi descoberta no seu gesto. Ela tinha feito tudo o que lhe era possível («gastara todos os seus bens») para readquirir a vida. Mas não perdeu a esperança e a fé.
Muita gente tocou em Jesus («Vês que a multidão te comprime de todos os lados, e ainda perguntas: ‘Quem me tocou?’») mas só aquela mulher tocou em Jesus com fé: «Filha, a tua fé salvou-te».
É a mesma atitude de fé que Jesus pede a Jairo perante a realidade da morte efetiva da filha («Não tenhas receio; crê somente») e perante a troça e o conselho de toda a gente ali presente («A tua filha morreu; de que serve agora incomodares o Mestre?»).
Acompanhado pelos primeiros discípulos que chamou (que vão aparecer em momentos fundamentais) e pelos pais, Jesus aproxima-se da menina. S. Marcos recorda com simplicidade este acontecimento, tal como lhe deve ter narrado Pedro que a ele assistiu. Jesus pegou-lhe na mão e disse: «Talitha qûm!» (Menina, levanta-te). E ela ergueu-se do sono da morte.
O evangelista, depois de apresentar o poder de Jesus sobre os elementos da natureza (tempestade acalmada) e sobre o mal (cura do endemoninhado), mostra-nos Jesus que se deixa tocar e se sente tocado pela fé da mulher e de Jairo, restituindo a vida plena. Embora agindo com a força de Deus, Jesus age com toda a humanidade: não sabe quem lhe tocou e é a mulher a denunciar-se. Depois de fazer o que só ele podia, preocupa-se com a comida da menina, algo que os pais podem e devem fazer. E, uma vez mais, recomenda que ninguém saiba do sucedido.
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro (adaptação)
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sábado, 30 de junho de 2012
Leitores da Igreja - Julho
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Solenidade de S. Pedro e S. Paulo - 29 de Junho
«Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja» (Mt 16, 18)
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Festa em Louvor de S. Marcos - 2012
As celebrações serão nos seguintes horários:
- Quinta-feira, 28 de junho, às 19 horas: Adoração ao Santíssimo Sacramento, seguida de Eucaristia;
- Sexta-feira, 29 de junho, às 20 horas: Eucaristia;
- Sábado, 30 de junho, às 20 horas: Eucaristia Vespertina;
- Domingo, 1 de julho, às 16 horas: Eucaristia, seguida de Procissão.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Profissão de Fé 2012
No passado dia 7 de Junho, dia do Corpo de Deus, houve festa na nossa Paróquia. As crianças do 6º ano de catequese
professaram solenemente a sua Fé!
A Profissão de Fé é a renovação das promessas do Batismo, uma afirmação festiva da adesão a Jesus Cristo. Ao
longo dos últimos anos, os pais destas crianças procuraram, com todo o empenho, educá-los na Fé, para que a Vida
Nova recebida no Batismo fosse defendida das tentações do pecado e crescesse de dia para dia.
Neste ato público e solene, que foi a Festa da Profissão de Fé, as crianças lembraram o seu Batismo e, com responsabilidade
pessoal, e em obediência ao Evangelho que foram conhecendo nos últimos anos da catequese, renunciaram
ao pecado e professaram a sua Fé em Jesus Cristo, manifestando vontade de serem fiéis ao ideal de vida Cristã.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
Crisma - 3 Junho 2012
No passado dia 3 de junho a
Comunidade da Branca esteve
em festa. Trinta e seis cristãos,
confirmaram a sua fé, assumindo o
compromisso de se manter firmes à
doutrina de Jesus Cristo e tornando-se
assim testemunhas mais conscientes
do evangelho, através dos dons do
Espírito Santo que receberam. Trata-se
de um grupo de jovens e três ou
quatro adultos que fizeram uma
caminhada que se pretendeu profícua
orientada pelo nosso pároco com
a colaboração de dois catequistas.
Depois de 10 anos de catequese e
após um aprofundamento na sua
formação, estes jovens quiseram
receber o Sacramento do Santo Crisma
que viveram de uma forma intensa.
A caminhada desde janeiro, nem
sempre foi fácil mas teve três
momentos altos que envolveram profundamente
o grupo: O retiro no santuário
da Senhora do Socorro no dia
26 de Maio, o dia da reconciliação e a
Vigília de Oração na Igreja Paroquial
na véspera da sua festa.
A eucaristia das onze horas foi
solene e muito dignamente presidida
pelo nosso Bispo D. António Francisco
que nos honrou com a sua presença
e ministrou o Sacramento pela
Imposição das Mãos de Pastor na
diocese de Aveiro. Também este, foi
um momento muito alto para os crismandos
de quem, o seu Bispo e a
Igreja, muito esperam, estando-lhes
destinada uma missão de apostolado
e militância no Reino de Deus.
É Cristo que nos lança o desafio
- “Ide e sede minhas testemunhas”.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
Primeira Comunhão - 13 Maio
No dia 13 de maio, 57 crianças da nossa paróquia receberam pela 1ª vez Jesus no seu coração. Crianças, pais e catequistas encontraram-se pelas 10h:30m na capela da Senhora das Dores de onde deram início à cerimónia da 1ª Comunhão, participando na procissão até à Igreja de S. Vicente da Branca. Durante a Eucaristia, as crianças participaram ativamente acompanhadas pelos pais e era visível a alegria das crianças. Na parte da tarde as crianças, pais, catequistas e restante comunidade cristã foi convidada a participar na Procissão do Santíssimo Sacramento. No final da procissão, as crianças receberam um diploma e uma pequena lembrança oferecida pela Irmandade do Santíssimo.
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Missão Jubilar - Arciprestado de Albergaria
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