sábado, 17 de dezembro de 2011

Os Apóstolos ensinam-nos...

Os Apóstolos ensinam-nos 
a viver em comunhão fraterna.


4º Ano de Catequese de Albergaria-a-Nova

domingo, 11 de dezembro de 2011

3ª Semana do Advento - 11/12 a 17/12

Deus está no meio de vós e não dais conta.


«João deu testemunho dele ao clamar: “Aquele que vem
depois de mim, passou-me à frente, porque existia antes de mim”».



José é o “justo” escolhido por Deus para ser esposo de Maria e pai adoptivo de Jesus.

Se olharmos para José, aprendemos com ele a esforçarmo-nos com alegria, independentemente do reconhecimento que nos possa ser atribuído e dos agradecimentos que possamos esperar.

Como família cristã, em tempos de crises variadas, precisamos de reaprender o valor do trabalho, do esforço, da dedicação, do serviço e até do suor!

Na construção do presépio…
Colocamos no nosso presépio o SERROTE, simbolizando o nosso esforço e perseverança, o nosso trabalho e dedicação, que aprendemos com S. José.


Acompanhe aqui todas as nossas publicações sobre a Caminhada de Advento-Natal 2011/12.

Fonte: "Família, Esperança e Dom!", Caminhada de Advento-Natal 2011/2012, Vigararia da Educação Cristã, Diocese de Aveiro

3º Domingo do Advento - 11 de Dezembro

Tema: "Eu sou a voz que clama no deserto: aplanai o caminho do Senhor."

1ª Leitura: Is 61, 1-2a. 10-11

2ª Leitura: 1 Tes 5, 16-24

Evangelho: Jo 1, 6-8. 18-28




Mensagem:
O texto deste 3º Domingo, procura esclarecer a diferença entre o Precursor e o Messias, apresentando João como um protagonista essencial da entrada na história do Verbo de Deus, que é Vida dos homens e Luz do mundo.

"S. João Baptista" 
Pintura de Philippe De Champaigne
exposta no Museu de Grenoble, França


A primeira parte (Jo 1,6-8) já deixa bem claro que João, mais do que um Precursor de Cristo, é um «homem enviado por Deus... para dar testemunho da Luz». Não era a Luz, mas devia dar testemunho da Luz, aquela luz verdadeira que ilumina todo o homem. O próprio Jesus dirá mais adiante: «Quem me segue não caminha nas trevas».

A segunda parte (Jo 19-28) é o início dos diversos testemunhos em favor de Cristo, começando com o testemunho de João em relação aos judeus (e fariseus) que em todo o IV Evangelho são apresentados como os inimigos de Jesus.


Num diálogo insistente, João dá o seu testemunho e declara que não é o Cristo, o Messias, a LUZ.

Também não é Elias nem o Profeta. João apresenta-se como a personificação do Antigo Testamento, como a voz que anuncia a grande libertação (Is 40,3) que virá com o Messias. O baptismo de água que ele realiza sugere e anuncia o baptismo do Espírito de que falará expressamente mais adiante (Jo 1,33).

Enquanto João faz ouvir a sua voz e baptiza com água, faz saber aos seus ouvintes que «no meio de vós está alguém que não conheceis, aquele que vem depois de mim, a que eu não sou digno de desatar a correia das sandálias».

O anúncio de Cristo por João Batista é dado com toda a humildade. Nem se considera digno do serviço mais humilde: desatar a correia das suas sandálias.

Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro  (adaptação) 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Imaculada Conceição - 8/12

“Salve, cheia de graça,
o Senhor está contigo”


«Maria disse, então: ”Eis a serva do senhor, faça-se em
mim segundo a tua palavra”».


Na construção do presépio…
Colocamos no nosso presépio a BÍBLIA, posicionada como manjedoura, porque Jesus é a Palavra, o Verbo de Deus.


Acompanhe aqui todas as nossas publicações sobre a Caminhada de Advento-Natal 2011/12.

Fonte: "Família, Esperança e Dom!", Caminhada de Advento-Natal 2011/2012, Vigararia da Educação Cristã, Diocese de Aveiro

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Festas da Catequese 2011-2012

  • FESTA DO ACOLHIMENTO (1º Ano): 23 de Outubro de 2011
  • FESTA DAS BEM-AVENTURANÇAS (7ºAno): 29 de Janeiro de 2012
  • FESTA DA VIDA (8º Ano): 12 de Fevereiro de 2012
  • BAPTISMO (crianças da Primeira Comunhão): 7 de Abril, Vigília Pascal
  • FESTA DA PALAVRA (4º Ano): 29 de Abril de 2012
  • PRIMEIRA COMUNHÃO (3º Ano): 13 de Maio de 2012 
  • FESTA DAS FAMÍLIAS - DIOCESE: 20 de Maio de 2012
  • FESTA DO PAI-NOSSO (2º Ano): 27 de Maio de 2012
  • CRISMA: 3 de Junho de 2012
  • FESTA DA PROFISSÃO DE FÉ (6º Ano): 7 de Junho 2012 (Corpo de Deus) 
  • FESTA DO COMPROMISSO E FESTA DO ENVIO: 10 de Junho de 2012 (em Albergaria, a partir das 9h00) 
  • FESTA GERAL DA CATEQUESE E DA COMUNIDADE: 17 de Junho de 2012

Pedaços de vida que geram vida

Pedaços de vida que geram vida” é o título do livro que reúne “experiências e vivências em missão” de D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro.

A obra será apresentada publicamente no dia 12 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Aveiro, pelas 18h, contando com a intervenção do economista António Bagão Félix.
Entrada livre... 


«Há acontecimentos e situações que vivemos,  mas não nos pertencem só a nós.  Há vidas destinadas a ser berço de acolhimento de graças para as repartir pelos outros.
Para este livro, escolhi vivências provocadas por gente que passou pela minha vida ou dela fez parte. Por vezes, gente simples e anónima, aquela que julgamos que nada tem para nos dar ou ensinar… Gente experiente de Deus com a qual me foi dado cruzar, nos caminhos da missão, e já neste longo tempo do meu peregrinar» 
D. António Marcelino


domingo, 4 de dezembro de 2011

2ª Semana do Advento - 04/12 a 10/12


No deserto, João pregava
o arrependimento e a conversão


«Apareceu João Baptista no deserto,
a proclamar um baptismo de penitência
para remissão dos pecados». 


João Baptista é o “Precursor”, ou seja, é aquele que prepara a vinda do Messias. A sua missão é aplanar e preparar o caminho do Senhor. João ensina-nos, por meio do seu baptismo de penitência, que nos devemos purificar, a fim de nos convertermos, ou seja, de voltarmos, de novo, o nosso coração para Deus.

A família é suporte e apoio da felicidade humana, porque nos transforma e nos ajuda nesta caminhada de preparação para receber o Salvador. Para isto, também como família, precisamos de fazer um esforço de purificação e de conversão, abrindo as portas e janelas do nosso coração.

Na construção do presépio…
Colocamos no nosso presépio a ÁGUA, porque é o sinal que aponta o nosso Baptismo e nos recorda a necessidade de purificação e de conversão permanentes.


Acompanhe aqui todas as nossas publicações sobre a Caminhada de Advento-Natal 2011/12.

Fonte: "Família, Esperança e Dom!", Caminhada de Advento-Natal 2011/2012, Vigararia da Educação Cristã, Diocese de Aveiro

sábado, 3 de dezembro de 2011

2º Domingo do Advento - 4 de Dezembro

Tema: "Preparai o Caminho do Senhor"

1ª Leitura: Is 40, 1-5. 9-11

2ª Leitura: 2 Ped 3, 8-14

Evangelho: Mc 1, 1-8



Mensagem:
Ao falar de «Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus», Marcos diz algo de concreto para os leitores, apresentando Jesus ao mesmo nível do imperador, passando para Ele os atributos e as honras. Jesus é a incarnação de Deus, trazendo consigo a salvação do mundo e o caminho para o Reino de Deus de que Ele será o anunciador e o próprio centro.

Por isso Jesus é o «Messias» (Cristo) e, ao longo do texto de Marcos, o «Filho do Homem», mas também é essencialmente o «Filho de Deus», assim proclamado pelo centurião romano encarregado da crucifixão. Em Jesus o Evangelho tem o seu «princípio» para nunca mais deixar de ser proclamado.
"S. João Baptista" (1604-05) de Caravaggio
Pintura exposta no Museu de Arte Nelson-Atkins, Kansas (EUA)

Tudo começou com a pregação de João no deserto. Por isso, Marcos apresenta logo a seguir a figura grandiosa de João, com frases do Antigo Testamento, como «o mensageiro» que precede imediatamente o «Senhor», numa nova alusão à divindade de Jesus.

À primeira vista parece estarmos perante um texto do profeta Isaías, quando de facto começa com um texto de Malaquias (3,1), alterando «o meu caminho» para «o teu caminho». João é o mensageiro do Senhor enviado a preparar o caminho de Deus, agora incarnado em Jesus. O outro texto, Isaías 40,3, apresenta João como a voz que anuncia, não já libertação e o regresso do exílio da Babilónia, mas a libertação do pecado e o encontro com Deus operados por e em Jesus, o Filho de Deus.

A importância deste momento de salvação é sublinhada pela própria figura de João: a sua sobriedade e rigor estimulam à renúncia dos bens da terra a fim de estar livre para Deus. O seu porte profético evoca o estilo de Elias que se «vestia de peles» e «trazia um cinto de couro em volta dos rins» (cf. 2Rs 1,8) é que devia vir um dia para anunciar a chegada eminente do Messias.

O reino de Deus estava próximo e, com a sua vinda, o perdão dos pecados. O baptismo pregado e realizado por João era um rito de iniciação duma nova comunidade («toda a região...») que, arrependida dos seus pecados, esperava o Reino concretizado no mais forte que ele. É com Jesus que vem o «Espírito Santo», o dom dos últimos tempos, prometido pelo profeta Ezequiel (36,25-29). João, consciente do seu papel preparador e orientador, acredita que Aquele a quem anuncia comunicará essa força.


"A pregação de S. João Baptista" (1520) de Francesco Bacchiacca
Pintura exposta no Museu de Belas Artes, Budapeste (Hungria)
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro  (adaptação)

domingo, 27 de novembro de 2011

Jesus Cristo é o Senhor...


6º Ano de Catequese de Fradelos

1ª Semana do Advento - 27/11 a 3/12

Estai alerta; Vigiai.
Não sabeis a hora nem o momento…

«Vigiai, portanto,
visto que não sabeis quando virá o dono da casa:
se à tarde, se à meia-noite,
se ao cantar do galo, se de manhãzinha;
não se dê o caso que, vindo inesperadamente,
vos encontre a dormir».


A Família de Nazaré baseia-se e funda-se na rocha firme do amor. É aí que começa o presépio.

Vigiai, vigiai, vigiai! Maria e José apresentam-se-nos como exemplo perfeito para a família dos nossos dias, uma família em constante vigilância, confiante em Deus e fazendo do Amor o alicerce das suas vidas.(...) A nossa missão é estarmos atentos para O reconhecer quando Ele nos bater à porta. Precisamos de estar alerta aos sinais do amor, no seio da nossa família, para sermos verdadeira “igreja doméstica”.

Na construção do Presépio...
Colocamos no nosso presépio a CASA ou a CABANA, porque é a base do presépio, tal como o Amor é a base da família que vigia.


Acompanhe aqui todas as nossas publicações sobre a Caminhada de Advento-Natal 2011/12.

Fonte: "Família, Esperança e Dom!", Caminhada de Advento-Natal 2011/2012, Vigararia da Educação Cristã, Diocese de Aveiro


1º Domingo do Advento - 27 de Novembro

Tema: Vigiai!

1ª Leitura: Is 63, 16b-17. 19b; 64, 2b-7

2ª Leitura: 1 Cor 1, 3-9

Evangelho: Mc 13, 33-37

Mensagem:
Este texto surge como conclusão do discurso escatológico que parte do anúncio da destruição do Templo, cujo acontecimento pode ser previsto, para o anúncio da manifestação do Filho do Homem que não pode ser previsto.

O apelo final, facilmente identificado pela insistência, é à vigilância. Mas o que significa «vigiar»? A palavra grega (agrypnéo - vigiar) indica alguém que pernoita no campo, atento a qualquer ruído para não ser colhido de surpresa, a dormir. Não é por acaso que o mesmo apelo à vigilância dos discípulos se encontra na boca de Jesus no Getsémani.

Mais do que fazer cálculos e previsões sobre o fim, há que empregar o tempo de hoje a realizar o que foi a cada um inteiramente confiado («deu autoridade e a cada um a sua tarefa»).



Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro  (adaptação)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo


Tema: O Senhor é meu pastor: nada me faltará

1ª Leitura: Ez 34,11-12.15-17

2ª Leitura: 1 Cor 15,20-26.28

Evangelho: Mt 25,31-46


Mensagem:

O texto deste domingo apresenta o quadro grandioso do Filho do Homem que facilmente identificamos com a pessoa de Jesus. Ele vem como juiz divino e com todo o poder real anunciado já no livro de Daniel (7,14). Por isso, senta-se no trono como Rei e senhor de todos os povos.

Aquilo que vulgarmente chamamos «Juízo final» de facto apresenta-se mais como a proclamação duma sentença que mais não é do que a constatação da atitude que cada um teve durante a vida. Por isso, logo à partida, todos são separados uns dos outros: benditos para um lado e malditos para o outro, colhendo a imagem na vida pastoril. Em noites mais frias o pastor separa as ovelhas dos cabritos, pois as ovelhas, com a sua lã mais espessa, pode estar ao frio, enquanto é necessário resguardar os cabritos que não têm protecção natural.

Os primeiros, chamados «benditos de meu Pai», são convidados a entrar na posse do reino para eles preparado pela iniciativa soberana e gratuita de Deus. Estes benditos do Pai recebem em herança o reino porque partilharam o destino e a condição do Filho. Os outros são chamados «malditos» e não têm lugar no reino.

A salvação é sempre um dom de Deus concedido àqueles que a aceitam. A condenação é um produto humano, isto é, a consequência natural da não aceitação da salvação oferecida por Deus. É na vida do dia-a-dia que cada um, pela sua forma de viver consigo mesmo, com os outros e com Deus, vai aceitando ou rejeitando aquilo que Deus vai oferecendo para ser vivido em plenitude um dia.

O Rei apresenta-se como aquele que teve fome e sede, peregrino e sem roupa, doente e prisioneiro. O juiz glorioso, a quem os interlocutores chamam «Senhor» tinha o rosto do indigente, do indefeso e do necessitado.

O confronto decisivo entre os homens e Filho do Homem não acontece com gestos extraordinários e heróicos mas na simplicidade dos encontros humanos, com os gestos mais simples.

No evangelho de Mateus há uma insistência no amor para com o próximo e na realização na vontade do Pai. Ora, a vontade do Pai, revelada e realizada por Jesus, resume-se no amor gratuito e activo para com os pobres, doentes e necessitados. No entanto, o critério decisivo para a salvação ou ruína não está simplesmente na prática do amor para com os necessitados. A novidade evangélica está na identificação que Jesus faz com estes: «Sempre que (não) fizestes a um destes (meus irmãos) mais pequeninos (não) o fizestes a mim».



"Juízo Final" (1432-35) de Fra Angelico
Pintura exposta no Museu de S. Marcos, Florença
Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro  (adaptação)


domingo, 13 de novembro de 2011

XXXIII Domingo do Tempo Comum - 13 de Novembro

Tema: "Foste fiel em coisas de pouca monta [...]; entra no gozo do teu Senhor"

1ª Leitura: Prov 31, 10-13.19-20.30-31

2ª Leitura: 1 Tess 5, 1-6

Evangelho: Mt 25, 1-13

 

Mensagem:

«Tenho sempre o Senhor diante dos meus olhos, está à minha direita e jamais vacilarei» (Sl 15,8). Porque uma coisa que Jesus me pede é que me apoie n'Ele, que confie apenas n'Ele, que me abandone a Ele sem reservas. [...] Não devemos tentar controlar as acções de Deus. Não devemos contar as etapas da viagem que Ele nos quer fazer empreender. Mesmo que me sinta como um barco à deriva, devo dar-me inteiramente a Ele.

Quando isso parece difícil, lembra-te de que não somos chamados a ter êxito, mas a ser fiéis. A fidelidade é importante, mesmo nas pequenas coisas, não pela coisa em si mesma, o que seria a preocupação de um espírito mesquinho, mas pela grande coisa que é a vontade de Deus. Dizia Santo Agostinho: «As pequenas coisas permanecem pequenas, mas ser fiel nas pequenas coisas é uma grande coisa. Nosso Senhor não é o mesmo num pobre e num rico que nos visita?»

Fonte: Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997) 

 

domingo, 6 de novembro de 2011

XXXII Domingo do Tempo Comum - 6 de Novembro

Tema: Parábola das Virgens Loucas e Prudentes
1ª Leitura: Sab 6, 12-16

2ª Leitura: 1 Tess 4, 13-18

Evangelho: Mt 25,1-13

Mensagem:

O ensinamento da parábola das “virgens loucas e prudentes” desloca o centro de preocupações dos discípulos e, neles, o de todos os que se preocupam com o futuro. Mais do que saber quando e como acontece, importa estar preparado e vigilante, saber agir a tempo, tomar providências adequadas, alimentar a chama da esperança, aguentar os desafios da “noite” que parece interminável, manter-se activo e interveniente, ir ao encontro da “notícia” que pode surpreender-nos. Eis que chega Aquele por quem ansiamos. Está aí, não o vedes?
Os sinais de que se reveste são acessíveis… e surge o cortejo da bondade e paciência de tantos, a disponibilidade e beneficência de muitos, o despojamento voluntário de si e dos bens de alguns, a crescente sensibilidade social pelo que a todos diz respeito. Mas, os contra-sinais também são visíveis e interpelantes: a dormência e apatia, o frenesim de sorver o presente fugaz, o adiamento da resposta às questões existenciais que a consciência coloca, o ziguezague de quem faz opções “a la carte”, o culto da aparência de circunstância., a supremacia do económico sobre o social e consequente crise de valores que deixam perceber o desnorteio de quem devia ter um rumo certo e um ideal comum mobilizador.

Os sinais apontam e, por vezes, contêm a realidade. Como a semente em relação à árvore. A plenitude acontecerá no encontro do noivo que vem e da humanidade que vai, na comunhão da oferta divina com o desejo humano, na festa do amor, tão expressivamente simbolizada no cerimonial judaico das núpcias, no rito do casamento civil, no ritual do matrimónio cristão. De facto, o sinal por excelência do reino de Deus tem a ver com o amor conjugal hetero-sexual, com a sabedoria do coração, com a vigilância prudente, com a espera atenta e paciente, sobretudo nas noites de tempestade relacional, com o perdão reconciliador, com a aceitação inteligente do noivo – Jesus ressuscitado - que chega e quer abençoar todos os esforços generosos. A abundância do azeite e a intensidade da luz manifestam a exuberância da festa a que estamos chamados no futuro e se realiza, agora, de modo sacramental na Eucaristia dominical.

Fonte: reflexão/comentário realizado pelo Pe. Georgino Rocha (adaptação)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

De Novo Juntos com Jesus

Assim como Pedro, Tiago e João, nós também te dizemos...
...Mestre como é bom estarmos aqui.

Quero estar sempre contigo
Oh Jesus meu doce bem
És o meu melhor amigo
Conta comigo também.

(clique na imagem para ampliar)

2º Ano de Catequese de Soutelo

domingo, 30 de outubro de 2011

A Alegria de Crer

(clique na imagem para ampliar)

10º Ano de Catequese de Fradelos

Mordomia da Festa de S. Vicente - 2012

  • Paulo Sérgio Lopes Assunção – Côche
  • Manuel Alberto – Fradelos
  • Albano Esteves – Soutelo
  • José Augusto Rodrigues Gomes – Estrada
  • Sérgio Manuel Fontoura Pereira – Casaldima
  • Manuel Augusto Católico Branco – Côche
  • Sérgio Miguel Martins Costa – Escusa
  • João Almeida – Soutelo
  • Manuel Gonçalves – Souto
  • Ricardo Manuel da Costa Pinho – Outeirinho

sábado, 29 de outubro de 2011

XXXI Domingo do Tempo Comum - 30 de Outubro

Tema: "Quem se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado"

1ª Leitura: Mal 1, 14b-2, 2b. 8-10

2ª Leitura: 1 Tes 2, 7b-9.13

Evangelho: Mt 23,1-12

Mensagem:
Entre os discípulos de Jesus, a relação é de irmãos e a máxima dignidade é o serviço: quanto mais serviço prestado, maior dignidade; quanto maior for a dignidade, maior é o serviço pedido. Aquele que se eleva ou se orgulha a si mesmo será humilhado por Deus, e aquele que se humilha diante dele será exaltado.



 Fonte: Boa Nova - Diocese de Aveiro  (adaptação)