domingo, 12 de junho de 2011

Solenidade do Pentecostes - 12 de Junho

Tema: Descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.

1ª Leitura: Act. 2,1-11

2ª Leitura: 1Cor. 12, 3b-7.12-13

Evangelho: Jo. 20, 19-23

"Pentecostes" de Luis Tristán (sec. XVII)
Pintura exposta no Museu de Belas Artes, Bucareste, Roménia

Mensagem:
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências. Identificar-se como cristão significa dar testemunho diante do mundo dos "sinais" que definem Jesus: a vida dada, o amor partilhado. 

As comunidades construídas à volta de Jesus são animadas pelo Espírito. O Espírito é esse sopro de vida que transforma o barro inerte numa imagem de Deus, que transforma o egoísmo em amor partilhado, que transforma o orgulho em serviço simples e humilde…

O Pentecostes é a irrupção do Espírito Santo na vida dos discípulos que vão deixar-se transformar em todas as dimensões do seu ser. O Pentecostes continua!

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Promessas dos Escuteiros

No passado dia 29 de Maio, o Agrupamento de Escuteiros 1116 São Vicente da Branca celebrou as suas Promessas. Juntaram-se à celebração irmãos escuteiros de outros agrupamentos e representantes da Junta Regional de Aveiro.

A celebração das Promessas começou no sábado com a Vigília de Oração, no entanto, o ponto alto foi a Eucaristia de domingo, onde 22 escuteiros, das quatro secções (Lobitos, Exploradores, Pioneiros e Caminheiros) prometeram: “cumprir os seus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria, auxiliar o seu semelhante em todas as circunstâncias, e obedecer à Lei do Escuta”.

Este dia festivo terminou com um almoço convívio com os escuteiros, as suas famílias e amigos!

domingo, 5 de junho de 2011

VII Domingo de Páscoa - Ascensão do Senhor - 5 Junho

Tema: Todo o poder Me foi dado no Céu e na Terra. Ide e ensinai todos os povos, diz o senhor: Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos.

1ª Leitura: Act. 1,1-11
"Ascensão de Cristo" (1510-20) de Garofalo
Pintura exposta na Galeria Nacional de Arte Antiga, Roma

2ª Leitura: Ef. 1,17-23

Evangelho: Mt. 28,16-20

Mensagem:
O Evangelho apresenta o encontro final de Jesus ressuscitado com os seus discípulos, num monte da Galileia. A comunidade dos discípulos, reunida à volta de Jesus ressuscitado, reconhece-O como o seu Senhor, adora-O e recebe d’Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do "Reino".
Celebrar a ascensão de Jesus significa, antes de mais, tomar consciência da missão que foi confiada aos discípulos e sentir-se responsável pela presença do “Reino” na vida dos homens”.


Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

domingo, 29 de maio de 2011

VI Domingo de Páscoa - 29 de Maio

Tema: Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor. Se alguém Me ama, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará e faremos nele a nossa morada.

1ª Leitura: Act. 8,5-8.14-17

2ª Leitura: 1 Pd. 3,15-18

Evangelho: Jo. 14, 15-21

Mensagem:
O texto apresenta-nos parte do ‘testamento’ de Jesus, na ceia de despedida, em Quinta-feira Santa. Aos discípulos, inquietos e assustados, Jesus promete o ‘Paráclito’: Ele conduzirá a comunidade cristã em  direcção à verdade; e levá-la-á a uma comunhão cada vez mais íntima com Jesus e com o Pai. Jesus garantiu aos seus discípulos o envio de um ‘defensor’, de um ‘consolador’, que havia de animar a comunidade cristã e conduzi-la ao longo da sua marcha pela história. Nós acreditámos, portanto, que o Espírito está presente, animando-nos, conduzindo-nos, criando vida nova, dando esperança aos crentes em caminhada. A comunidade cristã, identificada com Jesus e com o Pai, animada pelo Espírito, é o “templo de Deus”, o lugar onde Deus habita no meio dos homens.

Altar da Santíssima Trindade - Catedral de Santa Maria de Almudena, Madrid

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

sábado, 28 de maio de 2011

O Crisma na Paróquia

Domingo 22 de Maio, houve festa na Paróquia. Um pouco mais de três dezenas de fiéis confirmaram a sua fé. Receberam o Santo Sacramento do Crisma. Na sua esmagadora maioria Jovens que quiseram, dessa forma, tornar mais viva a sua opção de cristãos, após uma caminhada de reflexão e aprofundamento do conhecimento da doutrina de Jesus Cristo que fizeram a partir de Janeiro. Depois de 10 anos de catequese foi este o momento da sua confirmação que viveram de uma forma muito intensa, A sua preparação teve alguns pontos altos, dos quais destaco o dia de convívio e visita ao Seminário de Resende, o retiro espiritual na casa diocesana da Senhora do Socorro, a noite da reconciliação e a Vigília de Oração na véspera de receberem o Santo Sacramento do Crisma.

Este acto teve lugar na missa paroquial das onze horas, com a presença dos pais e padrinhos e muitos outros familiares, em sinal de fé e participação cristãs.

A Igreja confia muito nestes 30 fiéis Jovens e 6 mais adultos, que receberam a força do Espírito Santo, pela imposição das mãos do representante do nosso Bispo – Monsenhor Gaspar, estando-lhes destinada uma missão de apostolado e militância no reino de Deus, confiada a todos os cristãos. É Cristo que nos lança o desafio. – Ide e sede minhas testemunhas!

Aceitemo-lo!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Peregrinação Nacional das Crianças a Fátima

No próximo dia 10 de Junho decorrerá a Peregrinação Nacional das Crianças a Fátima.

Neste primeiro ano da celebração do Centenário das Aparições de Fátima, o Santuário partiu das Aparições do Anjo e propõe como tema: "Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos adoro". O objectivo desta peregrinação é desenvolver nas crianças a atitude de adoração a Deus, Santíssima Trindade.

Os pais que estiverem interessados que os seus filhos participem nesta iniciativa, devem fazer a inscrição até ao fim deste mês de Maio, junto dos responsáveis da catequese.
 
 

domingo, 22 de maio de 2011

V Domingo de Páscoa - 22 de Maio

Tema: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu sou o caminho, a verdade e a vida, diz o Senhor; ninguém vai ao Pai senão por mim.

1ª Leitura: Act. 6,1-7

2ª Leitura: 1 Pd. 2,4-9

Evangelho: Jo. 14,1-12

Mensagem:
O Evangelho define a Igreja: é a comunidade dos discípulos que seguem o “caminho” de Jesus – “caminho” de obediência ao Pai e de dom da vida aos irmãos. A Igreja é essa comunidade de Homens Novos, que se identifica com Jesus que, animada pelo Espírito, segue ‘o caminho’ de Jesus, e procura dar testemunho de Jesus no meio dos homens.

 Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

sábado, 14 de maio de 2011

IV Domingo de Páscoa - 15 de Maio

O Bom Pastor
Vitral da Igreja de Clamecy
(Nièvre, França)

Tema: Eu sou a porta das ovelhas. Eu sou o bom pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e elas conhecem-Me.

1ª Leitura: Act. 2, 14ª.36-41

2ª Leitura: 1 Pd. 2,20b-25

Evangelho: Jo. 10, 1-10

Mensagem:
O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor”, cuja missão é libertar o rebanho de Deus do domínio da escravidão e levá-lo ao encontro das pastagens verdejantes onde há vida em plenitude. Para os cristãos, “o Pastor” por excelência é Cristo: Ele recebeu do Pai a missão de conduzir o “rebanho” de Deus das trevas para a luz, da escravidão para a liberdade, da morte para a vida.

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

domingo, 8 de maio de 2011

Concerto: Salve Regina - Mãe de Cristo, Mãe dos Homens

Num mês dedicado a Maria, símbolo de amor incondicional de Mãe e de oração e reflexão, o Grupo Coral da Jobra vem assim homenagear a Mãe de Cristo e Mãe de todos os Homens com um concerto a Ela unicamente dedicado.

Numa homenagem que se estende a todas as mães que encontram em Maria o exemplo de amor e dedicação, deixamos aqui o convite para partilharem um serão de boa música connosco no próximo sábado, dia 14 de Maio, pelas 21.30 horas, na Igreja Matriz da Branca.

Contamos com a sua presença!

sábado, 7 de maio de 2011

III Domingo de Páscoa - 8 de Maio

Tema: Conheceram-n’O ao partir do pão. Senhor Jesus, abri-nos as Escrituras, falai-nos e inflamai o nosso coração. 

1ª Leitura: Act. 2, 14.22-33 

2ª Leitura: 1 Pd 1,17-21 

Evangelho: Lc. 24, 13-35 

Mensagem:
O texto que nos é proposto põe Cristo, vivo e ressuscitado, a caminhar ao lado dos discípulos, a explicar-lhes as Escrituras, a encher-lhes o coração de esperança e a sentar-Se com eles à mesa para partir o pão. É aí que os discípulos O reconhecem.

A catequese que Lucas nos propõe hoje garante-nos que Jesus, vivo e ressuscitado, caminha ao nosso lado. Ele é esse companheiro de viagem que encontra formas de vir ao nosso encontro – mesmo se nem sempre somos capazes de O reconhecer – e de encher o nosso coração de esperança.

Emaús… é a nossa história de cada dia: os nossos olhos fechados que não reconhecem o Ressuscitado… Há urgência em abrir os nossos olhos para reconhecer a sua Presença e a sua acção no coração do mundo e para levar a Boa Notícia: Jesus ressuscitou!
"A Ceia em Emaús" (séc. XVII) de Goodness Shamrock

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

domingo, 1 de maio de 2011

II Domingo da Páscoa - 1 de Maio

Tema: Oito dias depois, veio Jesus… Disse o Senhor a Tomé: 
           «Porque Me viste, acreditaste; felizes os que acreditam sem terem visto».

1ª Leitura: Act. 2, 42-47

2ª Leitura: 1 Pd. 1, 3-9

A incredulidade de S. Tomé (1602), por Caravaggio
Evangelho: Jo. 20, 19-31

Mensagem:
No texto “sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo”. “[…] A comunidade cristã gira em torno de Jesus, constrói-se à volta de Jesus e é d’Ele que recebe vida, amor e paz”.

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Resumo da História de S. Marcos

S. Marcos
Marcos é mencionado como companheiro de S. Paulo nos “Atos dos Apóstolos”, sendo referenciado como um dos servos ou fundadores da Igreja de Alexandria uma das principais sedes do cristianismo primitivo do oriente. De acordo com a Igreja Copta, Marcos nasceu em Cirene na Pentapolis, na antiga Líbia. Marcos era filho de Maria de Belém e primo de Barnabé e já se havia convertido ao Cristianismo quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém, trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia (atual Turquia).

O seu nome aparece nas epístolas de S. Paulo, que se refere a ele como um dos seus colaboradores que enviaram saudações a Roma. Acompanhou Paulo e Barnabé a Antioquia, na hoje Turquia, onde atuou como auxiliar de Paulo, mas voltou a Jerusalém quando chegaram a Perge, na *Panfília. Na sua ação evangelizadora terá embarcado para Chipre na companhia de seu primo Barnabé regressando mais tarde a Roma como colaborador de Paulo, prisioneiro naquela cidade. Em Roma terá entrado em contacto com Pedro, pois este dirigindo-se aos fiéis de Ponto, Galácia e Capadócia, na Ásia e Bitínia, saúda-os em nome do Evangelista, a que afetuosamente chama de filho.
S. Marcos

Certamente terá sido em Roma que escreveu o Evangelho (50 – 70) que traz o seu nome e que compila e reproduz a catequese de Pedro. É um Evangelho que se destina aos cristãos provenientes do paganismo e tem um estilo simples, vigoroso e com 661 versículos. No século II, o bispo Pápias de Hierapolis, na Anatólia, afirmou que ele teria sido intérprete de S. Pedro.

Um escrito de metade do séc. IV refere que este na sua “peregrinação” apostólica de Pentapolis terá ido para Alexandria tendo os pagãos da cidade ficado ressentidos com os seus esforços para converter os alexandrinos da religião tradicional helénica (grega) para o Cristianismo, e no dia 25 de Abril, colocando-lhe uma corda ao pescoço arrastaram-no pelas ruas desta cidade atirando-o no dia seguinte para o cárcere sofrendo um tormento atroz e onde viria a sucumbir. Por isso a Igreja Católica festeja-o nesta data de seu martírio.

Foi considerado também fundador da cidade de Veneza e as suas relíquias foram “roubadas” em Alexandria por dois mercadores venezianos e trazidas para essa cidade, tendo sido construída uma basílica para guardá-las, chamada “Basílica de S. Marcos”.

O lugar de Fradelos da Paróquia de S. Vicente da Branca, desde a Idade Média Baixa, pelo menos, adotou-o como seu patrono.

S. Marcos pregando em Alexandria, no Egito, sendo considerado o fundador da Igreja nestas longínquas terras do Oriente

Origem do topónimo de Fradelos, seu oráculo e primeira Capela

O topónimo de Fradellos tem origem num pequeno hospício de frades que existiu nas imediações da antiga capela deste lugar. Ora Fradelos vem de Frater Fratis, frades.

Na Idade Média Baixa até à Idade Moderna (inclusivé) era frequente a existência de pequenos hospícios de frades que podiam ter entre quatro a dez monges.

No local da capela antiga existiu um oráculo medieval, desconhecendo-se se foi ou não fundado pelos ditos frades, mas tudo leva a crer que sim. A existência destes pequenos “conventos” era mais frequente, sobretudo, na região entre Douro e Minho, mas também noutras zonas do reino como é o caso.

Através fontes documentais consultadas tanto na Torre do Tombo, como no Livro de Registos do Cabido da Sé de Coimbra, disponível nos Arquivos da Universidade coimbrã, constatamos que pelo menos desde finais da Idade Média Baixa até meados da Idade Moderna já existia a capela de S. Marcos o que revela a sua antiguidade.

Nas Memórias/Informações Paroquiais datadas de 17 de Maio de 1721, em resposta ao Cabido da Sé de Coimbra, a cuja diocese a freguesia da Branca pertencia na altura, o prior João de Sousa Menezes já fala na existência da Capela de Sam Marcos em Faradellos. Por sua vez Manuel Amaro de Sousa , prior da Branca, nas Memórias Paroquiais de 3 de Maio de 1758, enviadas ao bispado de Coimbra relata , entre outras, a existência da capela de S. Marcos em Faradellos (Fradelos), “sendo da freguesia e no(s) dia(s) do(s) mesmo(s) Santo(s), se canta nela(s) e se diz missa a que assiste algum povo”. Na parte que diz respeito à “Notícia da Serra”, do mesmo documento, referindo-se àquilo a que consideravam ser a “Serra de S. Julião” refere que alguma parte desta serra se encontra cultivada e na qual se encontrava o lugar de Fradelos.

Mais tarde e após a criação das Juntas de Paróchia (Paróquia) através do decreto régio nº. 25, de 26 de Novembro de 1830, em Angra do Heroísmo, que se delineou a estrutura do poder local português, a nível de freguesias, no contexto de uma sociedade em organização e de uma sociedade ligada ao antigo regime, daí até à 1ª. República os presidentes das Juntas de Paróquia eram os párocos e por várias vezes , isto é, no século XIX é citado o pagamento por parte desta entidade das missas festivas de S. Marcos.

Com a vinda do Padre Conde nos anos 20 do século XX, a referida capela sofreu uma grande intervenção e remodelação até à atualidade.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Benção da Antiga Capela de S. Marcos - Fradelos

No dia 25 de Abril, dia de S. Marcos, decorreu em Fradelos a bênção da antiga capela de S. Marcos, após a realização das obras de restauro.

A Eucaristia contou com a participação de mais de uma centena de pessoas e foi animada pelo Grupo de Jovens Pegadas na Areia de Fradelos.

No final da Eucaristia foi distribuído um postal com a imagem da capela, e com um excerto das Memórias Paroquiais de 1758, que inclui parte da resposta do P.e Amaro Manoel de Souza, Pároco da Branca, ao inquérito realizado a todas as Paróquias de Portugal, onde já se mencionava a existência desta capela em honra de S. Marcos.

“(…) Na província da Beira Alta, Bispado de Coimbra, comarca de Esgueira, termo do concelho da Bemposta, fica a freguesia da Branca. He priorado que apresenta sua Majestade Fidelíssima. No tempo presente tem trezentos e trinta e oito fogos, novecentos e trinta e quatro pessoas de comunham, cento e cincoenta e duas menores excepto as absentes, que sam cento e vinte e seis.”

(…) Tem no lugar de Soutelo a Capela de Santa Ana que he do Padre Francisco Pereira do mesmo lugar e no lugar de Crestello a Capela de Santa Luzia, e na de Albergaria a Nova de Sam Bento e em Fradelos a de Sam Marcos e no lugar de Outeiro a de Sam Juliam e todas essas quatro sam da freguesia e nos dias dos mesmos santos se faz cantar nelas missas e assiste algum povo. (…)”


O resto do dia foi ocasião de festa e convívio na capela nova de Fradelos.
Altar da antiga capela de S. Marcos - Fradelos

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Concerto da Quaresma e Páscoa

No próximo Sábado, 30 de Abril de 2011, irá decorrer na Igreja Matriz da Branca, pelas 21h30, um concerto do Coro de Câmara de São João da Madeira.

O programa a apresentar incide sobre a temática da Quaresma e da Páscoa, numa perspectiva portuguesa dos séculos XVI e XVII. Sob a forma de Polifonia Renascentista, apresentam-se peças de Frei Manuel Cardoso, Estevão de Brito, Duarte Lobo e Filipe de Magalhães.

Este concerto é promovido pelo Grupo Coral da Jobra.

domingo, 24 de abril de 2011

Domingo de Páscoa - 24 de Abril

Ressurreição de Cristo
 
Tema: Ele tinha de ressuscitar dos mortos. Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado: celebremos a festa do Senhor

1ª Leitura: Act. 10, 34ª.37-43
2ª Leitura: Cl. 3, 1-4 ou 1 Cor. 5, 6b-8
Evangelho: Jo. 20,1-9
Mensagem
“O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida nunca podem ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira)[…]”. “A primeira personagem em cena é Maria Madalena: ela é a primeira a dirigir-se ao túmulo de Jesus, ainda o sol não tinha nascido, na manhã do “primeiro dia da semana”. Ela representa a nova comunidade que nasceu da acção criadora e vivificadora do Messias”; essa nova comunidade, “apercebe-se de que a morte não venceu e que Jesus continua vivo”. […] “A ressurreição de Jesus prova, precisamente, que a vida plena, a vida total, a transfiguração total da nossa realidade finita e das nossas capacidades limitadas passa pelo amor que se dá, com radicalidade, até às últimas consequências”.

Fonte: “Firma os teus passos. Afirma a tua fé!”, Caminhada Quaresma – Páscoa 2011, Diocese de Aveiro: Secretariados da Educação Cristã